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> “Pra Viver e Aprender” - O Espetáculo
> Leve o espetáculo para sua cidade
> Pesquisas desenvolvidas durante o projeto


“Pra Viver e Aprender” - O Espetáculo
Espetáculo Pra viver e Aprender Espetáculo Pra viver e Aprender
Breve histórico e concepção:

A Cia Eclipse em seu primeiro espetáculo, ‘CORESgrafia’, trabalhou as sensações e sentimentos relacionados as cores, no mesmo ano em um segundo momento visando divulgar as diferentes linguagens das dança urbanas nasce o ‘Dança de Rua e suas faces’; mantendo os estudos sobre a modalidade, agregados aos conceitos das cores e a necessidade conscientização da comunidade criamos o ‘CORESgrafia II – O Planeta Pede Socorro’ juntamente com execução das atividades do Projeto Comunidade Ativa, que gerou uma mudança de postura significativa em todos os participantes em especial nos membros da companhia.

‘Pra Viver e Aprender’, é o resultado deste percurso, idealizado em conjunto através das reflexões de 7 (sete) anos de trabalho, alegrias, tristezas, desafios e muita aprendizagem... Nossa história pode ser resumida na frase do ilustre filósofo Aristóteles “É fazendo que se aprende a fazer aquilo que se deve aprender a fazer”.

Pra Viver e Aprender
Espetáculo de Dança Urbana
Sinopse:

O ‘Ser Humano’ está acorrentado a uma seqüência de rotinas diárias que confirma a frase do escritor irlandês Oscar Wilde “Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe”.

As energias e o tempo para reclamações, revoltas, angústias, mau humor... só geram mais reclamações, revoltas, angústias, mau humor...

Abra os olhos, enxergue, use todos os seus sentidos para deslumbrar a sua vida! O tempo não para, Aprender a Viver Pra Viver e Aprender deve ser uma constante...

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si,
mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
Augusto Cury

Ficha técnica:
Direção e Roteiro: Ana Cristina Ribeiro Silva
Kico Brown) Ricardo Cardoso
Coreógrafos: Cia. Eclipse Cultura e Arte
Elenco: Ana Cristina Ribeiro Silva
André Luiz Soares
Gláucia Fernanda Oliveira
Kaka - Yacari Karla Pukaleski
Kico Brown - Ricardo Cardoso
Kiko Popper - Wilian Bispo
Leonardo Mologni
Lucas Oliveira
Will - João Rafael Ferreira
William Santos Pereira
Designer: Paulo Henrique Ribeiro Silva
Fotos: Samuel Lorenzetti
Pesquisa Musical, Colagem: Kico Brown - Ricardo Cardoso
Produção Musical: DJ Léo - Luzes, Sono, Fábrica
Agradecimentos: À Deus
À Todos os Amigos e Parceiros
À Família Eclipse
Contato: www.eclipse.art.br
(19) 3271.0695
Para refletir:

“Viver é enfrentar um problema atrás do outro. O modo como você o encara é que faz a diferença”. Benjamin Franklin

“Quando eu pensar que aprendi a viver, terei aprendido a morrer”. Leonardo da Vinci

“A arte de viver consiste em tirar o maior bem do maior mal”. Machado de Assis

"Aprender é mudar posturas". Platão

“Deus concedeu-nos o dom de viver; compete-nos a nós viver bem”. Voltaire

“Há duas formas para viver a sua vida: Uma é acreditar que não existe milagre. A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre”. Fernando Pessoa


Leve o espetáculo para sua cidade

A Cia Eclipse Cultura e Arte, grupo independente de dança, com oito anos de existência, foi premiada em 2009 com o Prêmio de Dança Klauss Vianna da FUNARTE instituição vinculada ao Ministério da Cultura para produção do espetáculo “Pra Viver e Aprender” e inicia em março/2010 a circulação do mesmo.

Estamos consolidando parcerias para futuras exibições, sua participação irá engrandecer a agenda desta temporada de circulação.

Possibilidades de atuação:
  • Exibição do espetáculo.
  • Workshop teórico/prático + Exibição do Espetáculo.
  • Exibição do Espetáculo + Debate sobre sua produção.
  • Pocket Show: 20 minutos.
Entre em contato para agendamentos e propostas de parceria.
e-mail: contato@eclipse.art.br / msn: cris.eclipse@hotmail.com
(19) 3271-0695 | 9251-4603 | 9277-0773

Pesquisas desenvolvidas durante o projeto

Durante a execução do projeto foram realizadas pesquisas especificas para a produção do espetáculo e paralelamente foram organizados os conteúdos e ampliados os estudos sobre a Cultura Hip Hop/Danças Urbanas entre os dançarinos participantes. Resultando em:

  • Textos com citações bibliográficas, depoimentos, entrevistas e traduções.
  • DVD vídeo aula (Krump, House Dance e Popping)
Abaixo seguem os textos organizados pela Prof Ana Cristina Ribeiro, coordenadora da Cia Eclipse.

Visão Geral da Cultura Hip Hop e sua Dança
COMO TUDO COMEÇOU...

Em um movimento entre culturas e raças: afro-americanos, porto riquenhos e jamaicanos que conviviam na pobreza e marginalidade, nos primórdios dos anos 70, onde as gangues representavam a violência entre os bairros mais desfavorecidos; nasce o HIP HOP fornecendo uma alternativa para os jovens grupos que começam a viver um novo fenômeno nas cidades.

Emergiu como forma da juventude criar uma identidade alternativa com o estilo de se vestir, falar, por apelidos, e estabelecendo uma posse (crew), ou grupo de pessoas com interesses comuns (CARDOSO; OLIVEIRA, 1999).

A dança nasce a partir da música, portanto, iremos sempre estar relacionando dos estilos de dança urbana que estão direta ou indiretamente ligados a Cultura Hip Hop ao histórico e evolução da música no mesmo período.

O grande berço da Cultura Hip Hop é sem dúvida os guetos de Nova York com a mistura de diferentes etnias e influenciado por toda a revolução gerada na década anterior na música o FUNK assim como os ideais abordados por grandes lideres afro-americanos Malcolm X, Panteras Negras, Martin Luther King entre outros.

Há citações que o termo Hip Hop se popularizou a partir de 1971 sem referência ao movimento cultural com: Anthony Holloway, o DJ Hollywood no Harlem-NY. Mas as características da cultura Hip Hop e a definição de seus quatro elementos (MC, DJ, Grafite e o Break) surgem no Bronx com dois principais destaques: Afrika Bambaataa e Kool Herc.

Responsável pelo surgimento das festas ao ar livre (as Black Parties) em Nova York 1969 e considerado o primeiro DJ a mistura rap e reggae, DJ Kool Herc, que saiu do seu país - Jamaica -devido a forte crise econômica de 1967 e, com seu potente equipamento de som (o Sound System Herculoids) circula lentamente pelo Bronx até parar em uma praça ou estacionamento, assemelhando-se a um trio elétrico baiano.

Além de animar suas festas com ritmos latinos, funk, soul, reggae e jazz, ele também é responsável por trazer a tradição dos ‘toaster’ da Jamaica, autênticos MCs (mestres de cerimônia) que rimavam sobre as batidas da música. Em 1973, Herc, utilizando dois discos iguais, mixando-os alternadamente, causando a impressão que a música nunca acaba ele cria o Breakbeat.

No mesmo ano Afrika Bambaataa e Grandmaster Flash aderem ao estilo de discotecagem de Herc e em 12 de novembro, hoje considerado o Dia Mundial do Hip Hop, nasce a Zulu Nacional preocupada com conflitos constantes entre os jovens e definindo os quatro elementos da cultura.

Com sede na Escola Secundária Adlai Stevenson, na Avenida Sedgwick, 1520, no Bronx. Com o lema “Paz, Amor, União e diversão”, a entidade oferece atividades envolvendo dança, música e artes plásticas e também promove palestras, as Infinity Lessons (lições infinitas), sobre temas como matemática, ciências, economia e prevenção de doenças, entre outros. (LEAL, 2007) página 25.

As descobertas e experimentações continuam DJ Grand Wizard Theodore, cria o Scratch em 1975, DJ Grandmaster Flash cria o Back to Back (alternar no toca disco dois vinis), Arthur Baker produtor e amigo de Afrika Bambaataa em entrevista ao Jornal da MTV afirma que o RAP surge em 1978, surgem diversos grupos, nasce gravadoras, conquistasse espaço na mídia, nasce diferentes linguagens e ideais na música, paralelo a tudo isso a dança também evolui e se aperfeiçoa cria tendências no modo de agir, de vestir e de viver, então vamos conhecer esta história.

O Hip Hop era quase desconhecido fora dos Estados Unidos antes do inicio de 1980. Durante essa década, ele começou sua expansão para todos os continentes e se tornou parte da cena musical em dezenas de países. No início da década a dança (Breaking, Locking e o Popping) foi o primeiro aspecto da Cultura Hip Hop a alcançar a Alemanha, Japão, Austrália e África do Sul.

Enquanto isso, as músicas de Hip Hop eram lançadas na França (‘Dee Nasty’ em 1984 “Paname City Rappin”) e nas Filipinas (‘Dyords Javier’s’ "Na Onseng Delight" e ‘Vincent Dafalong's’ "Nunal"). Em Porto Rico, ‘Vico C’ tornou-se o primeiro rapper latino, e seu trabalho foi registrado no início do que ficou conhecido como ‘reggaeton’.


As Ramificações Culturais e as Nomenclaturas Iniciamos este tópico com a definição de Cultura de acordo com o Dicionário Aurélio:
  • 2. O complexo dos padrões de comportamento, das crenças, das instituições, das manifestações artísticas, intelectuais, etc., transmitidos coletivamente, e típicos de uma sociedade.
  • 3. Conjunto dos conhecimentos adquiridos em determinado campo. (2000)

Com criação da Zulu Nacional, Afrika Bambaataa define os elementos da Cultura Hip Hop o: MC, DJ, Grafite e o Break, que se perpetuam até hoje, e como toda cultura possui padrões de comportamento e um conjunto de conhecimentos que são influenciados pelo ambiente externo, pela sociedade, pela política, entre outros... e até mesmo por outras culturas. A Cultura Hip Hop pode ser retratada como uma cultura híbrida que nasceu com influências de seu meio e esta em constante transformações agregando linguagens em diversos espaços de juventude no planeta.

Apesar de ter nascido nos Estados Unidos, esta Cultura possui grande identificação com os jovens de todo o mundo, principalmente com a população de baixa renda, moradores de regiões periféricas, marginalizados pelos padrões econômicos e sociais; transcendendo fronteiras, línguas, etnias e preconceitos.

Esta Cultura híbrida possibilita, de acordo com as especificações de cada elemento, o surgimento do que podemos chamar de ramificações culturais, por exemplo: o MC se especializa em freestyle, como MC de batalhas, como rapper; o DJ se especializa em um determinada vertente da black music (soul, funk, breakbeat, etc), toca na noite, toca em batalhas e eventos específicos... enfim... todos os elementos passam por esta construção de novas possibilidades, seja através das dinâmicas do mercado de trabalho ou pelos momentos prazerosos de lazer e descontração, vivenciando novas possibilidades sem abandonar as suas origens, mantendo sempre os ideais da Cultura Hip Hop.

Não seria diferente com o Break, na nomenclatura utilizada na atualidade acrescentamos o ING para dar o sentindo de movimento, então temos o: BREAKING.

Na mesma década que nasce a nomenclatura “Break”, surge paralelamente, na outra Costa dos Estados Unidos, o Locking e o Popping, também com influências da Black Music, mais com dinâmicas corporais diferenciadas, na época, não havia divisão de acordo com as pesquisas, depoimentos, documentários e até mesmo nos filmes da década de 80, pode-se confirmar que todos os dançarinos (as) realizavam um mix destes estilos, todos dançavam tudo, ou apenas tinham uma preferência por uma das danças, mas sabiam alguns elementos básicos que caracterizam a outra dança.

No Brasil as informações chegaram bem deturpadas e até os dias atuais é difícil encontrar bibliografias nacionais que abordem esta temática. Mas podemos afirmar que as ‘street dances’ vieram para nosso país na década de 80, influenciada por filmes, músicas e vídeo clipes da época, e foram dividas espontaneamente em dois públicos específicos: academias de ginástica/dança, grupos (crew) de dançarinos sem vínculos com nenhuma instituição.

A partir desta divisão podemos analisar como se iniciou a prática dos diferentes estilos de danças urbanas no Brasil:
  • Academias de ginástica e dança, escolas de dança
    De acordo com Leite (1988) o street dance foi para as academias de ginástica inicialmente como cardio funk. A partir deste contexto e pelo histórico dos festivais de dança nacionais é evidente que neste ambiente predominou durante um longo período o Hip Hop Dance com influências do jazz.

    Atualmente algumas academias e escolas de dança já desenvolvem outros estilos e possuem profissionais capacitados.

  • Grupos (crew) sem vínculos com nenhuma instituição
    Funk, Breaking, Popping e Locking predominaram nestes espaços. Inicialmente sem grande definição ‘do que era o que’ principalmente para os leigos tudo era “breakdance”. A famosa ‘Estação São Bento’ e os bailes blacks do estado de São Paulo foram palcos para diversos dançarinos.

    Importante ressaltar que em outras regiões do interior de São Paulo, assim como em outros estados brasileiros também a evidências deste movimento, cada local possuía seu ponto de encontro como é citado por seus praticantes.

Partindo da premissa dos elementos da Cultura Hip Hop, podemos afirmar que o elemento “Break” agrega diferentes estilos de dança que quando unidos podem ser denominados como: danças urbanas, ou seja, ramificações culturais devido às mesmas origens como exemplo: a Black Music, o modo se vestir, a identificação da juventude, entre outros diversos fatores que favorecem este ambiente harmônico envolvendo diferentes linguagens corporais na Cultura Hip Hop.

E, no Brasil estas ramificações não eram bem definidas e foram se estruturando ao longo do tempo, nestes diferentes espaços apresentados. A partir da capacitação e atuação dos dançarinos e suas constantes lutas pelo reconhecimento da cultura e valorização da mesma hoje podemos afirmar que o Brasil esta sendo reconhecido internacionalmente e, internamente esta organizado e em constante desenvolvimento.

Este fato pode ser evidenciado pelos eventos, festivais, encontros, cursos, quem vem sendo desenvolvidos tanto no Brasil como em outros paises, que estão agregando diferentes linguagens urbanas, exemplos, no Brasil: Campinas Street Dance Festival, Battle Brazil, Batalha de Danças Urbanas no Festdança, Encontro das Ruas no Festival de Joinvile, Meeting Hip Hop; e no exterior: Juste Debout (FRA), IBE (Holanda), Funkyn Style (ALE), Dance Deligth (JAP), entre outros que detalharemos nos próximos capítulos.

Nesta pesquisa estaremos estudando juntos os seguintes estilos de dança: Rocking, Breaking, Locking, Popping, Freestyle Hip Hop, House Dance, Dance Hall, Clowning e Krump.

Importante destacar que nosso objetivo não é formatar e/ou limitar os estilos acima destacados, lembrando que novas vertentes de movimentação surgem a todo momento em diversas regiões do mundo, este é o encanto das danças urbanas/street dance, as infinitas posssibilidades de criação, improvisação e abordagens em constante movimento.

Sendo assim, em breve teremos novos estilos de danças urbanas, através da Cultura Urbana, influenciados ou não pela Cultura Hip Hop, com nossos jovens extremamente criativos, dinâmicos, globalizados e cada vez mais urbanos.

Esclarecido as ramificações Culturais relacionadas a Cultura Hip Hop e suas danças, o que fazer e como compreender as nomenclaturas gerais da dança, o que e quando usar:

HIP HOP, STREET DANCE, DANÇA DE RUA, BREAKDANCING ou DANÇAS URBANAS????

Na década de 80, quando ‘streetdancing’ explodiu, a mídia muitas vezes incorretamente usou o termo "breakdancing" como um termo guarda-chuva para a maioria dos estilos ‘streetdancing’ que viram. O que muitas pessoas não sabiam era esta dentro destes estilos, outras sub-culturas existentes, cada um com suas próprias identidades.

A utilização da terminologia também depende do linha de trabalho do professor/coreógrafo, mas podemos esclarecer da seguinte forma:
  • HIP HOP – diz respeito a toda a Cultura Hip Hop, englobando todos os seus elementos.

    Contudo, as terminologias Freestyle Hip Hop, New Style Hip Hop e a mais atual Hip Hop Dance, diz respeito a um estilo de dança e não a Cultura como um todo, que veremos mais detalhadamente no decorrer da pesquisa.

  • STREET DANCE e DANÇA DE RUA – ao pé da letra é a dança realizada na rua, este termo teve origem em um determinado momento da dança Funk e se firmou com as festas ao ar livre (as Black Parties) em Nova York, por volta de 1969, portanto, se refere ao Rocking e ao Breaking.

    Os outros estilos destados nesta pesquisa surgem em casas noturnas, boates, clubs, festas e em programas de televisão, não nas ruas, mas usualmente por não terem origem acadêmica serão encontrados nas aulas de “street dance”.

    Contudo, constantemente o termos “Street Dance” e sua tradução “Dança de Rua” são utilizados em festivais, projetos sociais, academias e escolas de dança do Brasil englobando todas essas vertentes (locking, popping, house, krump...) em uma única terminologia, que não é o ideal.

  • BREAK DANCING – refere-se ao “Breaking” (B.Boy, B.Girl).

  • DANÇAS URBANAS – seria o mais apropriado para exemplificar todas as vertentes, ampliando também para estilos de dança que não são influênciados pela Cultura Hip Hop, entretanto, na atualidade ainda não é amplamento utilizado.
Concluindo, o mais correto para esclarecermos a gradeza das diferentes possibilidades de estilos de dança urbanas, seria chamarmos cada um pelo seu nome específico: Rocking, Breaking, Locking, Popping, Freestyle Hip Hop, House Dance, Dance Hall, Clowning e Krump; como ocorre em outros locais do mundo e até mesmo no Brasil nos workshops/cursos pontuais em festivais e encontros de dança.

Todavia, no dia-a-dia das escolas de dança e projetos sociais fica enviável financeiramente para a grande maioria a manutenção de tantas aulas diferentes, tornando-se necessário unir todos os estilos de dança urbana em um único nome: “Street Dance”, cabe, portanto, ao profissional responsável esclarecer estas diferenciações de nomenclaturas e possibiltar aos alunos o breve conhecimento de outras linguagens mesmo que não seja a sua linha de trabalho.

No caso dos festivais competitivos, não muda muito, seria necessário contratar mais jurados, ter mais tempo, enfim, os custos também aumentam, mas gostaríamos de fazer um apelo aos organizadores, contratem profissionais capacitados para as mesas de júri que tenham conhecimento nas diferentes linguagens para que seja possível uma competição justa e imparcial.


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